sábado, 5 de janeiro de 2008

Bases Científicas na Antártica




http://www.arctic.at/castaway/stations/aa-bases.html

Temos como exemplo a estação localizada em


Bird Island - Geórgia do Sul
onde o cientista polar José Xavier (que já se deslocou à nossa escola!) faz pesquisa científica sobre o facto de que o tamanho dos animais marinhos na Antárctida influencia as relações entre presa e predador.


A sua pesquisa revela que no Oceano Antárctico, existe uma relação entre o tamanho do predador e o das suas presas. Contudo, o mesmo estudo justifica que as relações presa versus predador não são unicamente pautadas pelo seu tamanho, mas também pelas estratégias de vida que estes animais possuem.

Os resultados obtidos por José Xavier - investigador do Centro de Ciências do Mar do Algarve -, e pelo Professor John Croxall - da Temos como exemplo a estação localizada em
Bird Island - Geórgia do Sul
onde o cientista polar José Xavier (que já se deslocou à nossa escola!) faz pesquisa científica sobre o facto de que o tamanho dos animais marinhos na Antárctida influencia as relações entre presa e predador.
A sua pesquisa revela que no Oceano Antárctico, existe uma relação entre o tamanho do predador e o das suas presas. Contudo, o mesmo estudo justifica que as relações presa versus predador não são unicamente pautadas pelo seu tamanho, mas também pelas estratégias de vida que estes animais possuem.Os resultados obtidos por José Xavier - investigador do Centro de Ciências do Mar do Algarve -, e pelo Professor John Croxall - da British Antarctic Survey, Inglaterra (membro da Royal Society de Londres e actual responsável pelo Programa global de aves marinhas da "Birdlife International") -, demonstram que as espécies de albatrozes que vivem na Antárctica seleccionam as espécies de lulas para seu alimento, não só de acordo com o seu tamanho, mas também consoante o método de alimentação dos seus predadores, o momento em que os predadores e as presas se reproduzem e as áreas onde ambos se alimentam. Daí que seja possível encontrarmos espécies muito semelhantes morfologicamente mas que, ao apresentarem estratégias de vida diferentes, são capazes de sobreviver e perpetuar a espécie.Autor principal deste estudo, José Xavier, salienta a importância desta descoberta "é um artigo muito interessante pois mostra que, para compreender o meio marinho deveremos ter em conta, não só como os predadores vivem, mas também a vida das suas presas, algo que os ecologistas marinhos não tinham em conta. Este estudo é precursor na área de estudos marinhos nas regiões polares, pelo modo como demonstra que através das relações predador-presa muitas espécies de lulas, se podem reproduzir de forma estratégica durante o Inverno Antárctico, quando o seu alimento não é muito abundante e, da mesma forma, provámos que os albatrozes podem ter evoluído de acordo com essa estratégia de vida adoptada pelas lulas, que são o seu alimento principal".O estudo foi publicado recentemente no jornal Journal de Zoology, de Londres, um dos jornais internacionais mais reputados na área de Zoologia.


http://www.antarctica.ac.uk/living_and_working/research_stations/bird_island/

http://www.antarctica.ac.uk/images/in_pictures/bird_island.php





1 comentário:

vanessa disse...

eu sou vanessa e estou escrevendo um livro de ficção que se passa na Antártida e preciso de pesquisar bastante sobre o continente, vocês tem idéia de livros ou sites onde eu possa realizar uma boa pesquisa, além claro daqui.